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A evolução da Publicidade Online

16/08/10

Quando pensamos em fazer publicidade pela internet, nos baseamos em o que aprendemos em mídias Offline, tentando adaptar ao que já tinhamos.Já se pode notar a evolução da publicidade online, que tinha foco de massa, para a fragmentada, que é o resultado da mudança de comportamento do usuário, para algo muito mais individual… O marketing direto focado em relacionamento.

A queda de aderência de alguns formatos, como banners já era premeditada… que na verdade sempre foi muito limitado a percepção do usuário, resolução, não evoluindo junto aos computadores… e sem falar do preço! Como por exemplo percebemos a evolução, em anúncios por contexto de navegação (Adwords, E-commerce), Newsltters Spams para Marketing de Permissão… etc.

Bom.. mas tudo tem seu momento.

Apesar de não ser novo, outras formas de publicidade começam a tomar forma na internet…

Gag – Baixo Impacto – Algo engraçadinho… Simples ações que fazem o usuário ver, sorrir uma única vez, e rapidamente passar para outra coisa.

Ex: App Zippo

Utilitários – Médio Impacto – Alguma ferramenta útil que faça com que o usuário perceba a presença da marca mais de uma vez, conforme ele a usa.

Ex. Calculadoras, placares esportivos… Widgets e Aplicativos

Conectividade Social – Alto Impacto – Fazer com que usuários entrem em uma rede social ou comunidade da marca para discutir sobre ela. Experiências, compras, decepções, dúvidas…

Ex. Facebook, Orkut.

Customização – Alto Impacto – Onde o usuário pode personalizar algo conforme sua preferência. Um produto especial da marca com o estilo do consumidor. Essa forma ainda pode ser melhorada caso disponibilizado ferramentas para que ele possa divulgar para amigos (Share) após a customização.

Ex. Converse, Nike ID.

Estilo de Vida – Altíssimo Impacto – Alguma atividade que o usuário possa interagir com a marca mais de uma vez. Algo que faça o usuário se envolver em seu dia-à-dia, onde ele acompanha durante ações da sua vida, com serviços, utilidades, customização, relações.

Ex.Nike +

Manual de instruções interativo

03/08/10

Quase todos os manuais de instruções impressos seguem um mesmo formato, uma mesma lógica, com conteúdos extensos e muito chatos de ler. Certo? Ok, mas dá uma olhadinha no manual interativo da Samsung que vem por aí:

São dois manuais:
A cada página do primeiro manual, novas informações do telefone são apresentadas, permitindo que o usuário possa interagir com o conteúdo. Por exemplo: ensina o usuário a inserir o chip no aparelho.
Já no segundo manual, você pode inserir o seu celular dentro do manual e ver as instruções no livro através de setas que apontam para o aparelho e te ensinam a usá-lo.
Bacana, hein? Curtiu?

Desafios do Mobile no Brasil

25/07/10

Rodrigo Velloso, gerente de desenvolvimento de negócios do Google para América Latina, lembrou que as “oportunidades para transformar os negócios de vários segmentos são enormes”, mas que o Brasil em especial ainda tem de superar algumas barreiras. “No País, 4% da população tem a tecnologia 3G. No Japão já são 91%”, afirmou. “Aqui as operadoras ainda estão falando de torpedos e de preços de ligação. Estamos um estágio atrás de países como os Estados Unidos e até de regiões menos desenvolvidas.”

Gabriela Viana, diretora de marketing digital da Motorola, concordou com Velloso. “A Venezuela vende praticamente o dobro de smartphones do que o Brasil. Temos de fazer alguma coisa nesse sentido”, disse. Ela lembrou também que no País existe a limitação do pré-pago. “A relação de 80(% de pessoas com celular pré-pago) para 20 (% de pós-pago) vai demorar para mudar. Por que não olhar de maneira diferente para esses 80%?”, questionou.

Gabriela acredita que a disponibilidade de crédito seria uma boa opção a ser usada pelos anunciantes. “Esse potencial ainda é pouco utilizado nos projetos de mobile.”

Com uma leitura mais otimista do cenário brasileiro, Leo Xavier, diretor-geral da Pontomobi, sugeriu que as marcas invistam em aplicativos e em games. “Nos momentos de micro tédio. O celular é nosso amigo número 1″, lembrou. “Hoje existem 14 milhões de usuários de smartphones no Brasil. É um número muito legal.” Ele citou cases como o do Nivea Sun, que dá a previsão do tempo e lembra o usuário de celular que está na hora de repassar o filtro solar, e o do Luftal, um game em que o usuário vai estourando os gases com ícones da marca.

Osvaldo Barbosa, diretor geral de conteúdo e online da Microsoft Advertising, reforçou que o celular tem uma peculiaridade muito importante. “Ele é único É uma pessoa que o utiliza e isso te dá possibilidades para direcionar a publicidade para aquele indivíduo. Além disso, os recursos de target que temos no PC e temos no mobile”, afirmou. Para ele, a marca deve buscar o tipo de publicidade que melhor se adapte aos seus objetivos – seja display, aplicativo, vídeo… “A publicidade mobile está na infância. Ainda vai haver crescimento e muitas oportunidades para todos.”

Fonte: Proxxima