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Perguntas Freqüentes

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Tire suas Dúvidas

Confira abaixo a resposta para algumas das perguntas mais freqüentes.

  • 1. O simples fato de não ser a atividade fim já justifica a terceirização?

    A terceirização é uma estratégia de gestão, e como tal não se aplica indiscriminadamente. O fato de não ser a atividade fim, apesar de fundamental, não é decisivo. A empresa deve-se questionar se existe alguém que faça essa atividade melhor que ela. Caso não exista, a terceirização não é recomendada neste momento.

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  • 2. Como eu posso reduzir os custos com a terceirização?

    É importante compreender que duas parcelas novas de custos são introduzidas com a terceirização: impostos e lucro. Mesmo assim, na medida em que vão sendo aplicadas novas tecnologias e gestão, maior produtividade e eficiência são conferidas ao processo.

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  • 3. Onde, afinal, estão os ganhos?

    Os ganhos, em se tratando de manutenção, normalmente ocorrem nas seguintes áreas:

    • Redução de custos diretos com pessoal (quando aplicável);
    • Aumento da disponibilidade operacional;
    • Redução dos gastos com materiais;
    • Redução dos gastos com serviços externos;
    • Redução do nível de estoque;
    • Diminuição da variabilidade do processo;
    • Aumento da vida útil dos ativos.
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  • 4. Como uma empresa especializada consegue ser mais efetiva que uma equipe interna?

    Ao se contratar uma empresa especializada, deve-se lembrar que dois fatores no mínimo pressionam essas empresas na direção da eficiência e produtividade:

    • Concorrência direta: obriga essas empresas a manterem-se sempre atualizadas e competitivas;
    • Necessidade de mostrar resultados: a continuidade de seus contratos passa pela demonstração de melhorias na performance da empresa contratante.
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  • 5. Como fica o impacto social da terceirização?

    Quando o quadro da empresa contratante está inchado, ocorre um certo impacto social do processo de terceirização. Porém, cada vez mais, as empresas precisam manter-se competitivas, sob pena de fecharem suas portas, o que certamente traria uma repercussão significativamente mais drástica. Cabe lembrar que as melhores pessoas do quadro da empresa contratante sempre são aproveitadas, permitindo uma transição tranqüila e a retenção do conhecimento acumulado.

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  • 6. Como fica o futuro profissional e a qualidade de vida das pessoas que migrarem para e empresa terceira?

    As empresas terceiras sérias operam com benefícios e salários de acordo com o mercado, não havendo, neste caso, prejuízo às pessoas envolvidas. Sendo que aqueles que se destacarem profissionalmente terão na verdade uma possibilidade de ascensão maior do que antes, pois passam a trabalhar em uma empresa cuja atividade fim é manutenção, com grandes oportunidades de carreira nessa área.

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  • 7. Quais são os riscos da terceirização?

    Alguns possíveis riscos durante o processo:

    • Na tentativa de oferecer ganhos excessivos de curto prazo, pode haver uma desestruturação da manutenção comprometendo a disponibilidade operacional;
    • Problemas de reclamatórias trabalhistas, quando não respeitadas questões como atividade, subordinação e patamar salarial.
    • Terceirizar com o próprio quadro. Nesse caso não há agregação de novas tecnologias, além da inexistência de experiência empresarial prévia.

    De toda forma, estes riscos podem ser bastante minimizados com alguns cuidados básicos, como análise do histórico da empresa e referência de outros contratos similares.

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  • 8. Qual a estratégia de implantação recomendada?

    Tudo começa com a definição clara dos objetivos esperados com a terceirização. Após recomenda-se a construção do modelo de contratação (número de fornecedores, forma de avaliação e remuneração, período do contrato etc.), tomando-se o cuidado para não inibir o aumento de performance do fornecedor. Igualmente crítica é a etapa de escolha dos fornecedores. Por se tratar de algo intangível (serviços), recomenda-se averiguar as referências de cada fornecedor, sua filosofia e estratégia de atuação e, após selecionado, negociar da forma mais transparente possível, numa lógica sustentável tipo ganha-ganha.

    Se o cliente preferir, pode evoluir de forma gradual no processo de terceirização, iniciando por módulos menores e mais especializados como Analítica, Válvulas, Motores, Lubrificação etc.

    Finalmente a avaliação periódica do fornecedor é vital para o processo de alinhamento e melhoria contínua.

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